quinta-feira, 28 de março de 2013

Discursos da Primeira Presidência na Conferência Geral

Tomar decisões sábias. Procurar a companhia do Espírito Santo. Evitar o orgulho injusto. Essas palavras estavam entre os conselhos dados pela Primeira Presidência na conferência geral.


Primeira Presidência
 
O Presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e seus dois conselheiros, apoiados por milhões de pessoas em todo o mundo como profetas e apóstolos, abordaram vários assuntos orientados pelo evangelho durante a 180ª conferência semestral da Igreja no Centro de Conferências em Salt Lake City, nos dias 2 e 3 de outubro.

Mais sobre a Conferência Geral


Para assistir, ouvir ou ler as mensagens dos profetas e apóstolos, visite a página da Conferência Geral.
     
O Presidente Thomas S. Monson enfatizou a importância da adoração no templo e anunciou os planos para a construção de cinco novos templos. Ele encorajou os rapazes a servirem missão de tempo integral, enfatizou a importância de tomar decisões sábias, promoveu um aumento da gratidão e encorajou os santos dos últimos dias a perseverarem na fé.
O Presidente Henry B. Eyring, Primeiro Conselheiro na Primeira Presidência, falou das bênçãos que advêm de buscar a companhia constante do Espírito Santo e da necessidade de confiar em Deus e depois sair e fazer o que Ele requer.
E o Presidente Dieter F. Uchtdorf, Segundo Conselheiro na Primeira Presidência, lembrou aos ouvintes da conferência de que a força vem de prestar atenção aos princípios básicos do evangelho restaurado. Ele pediu que os portadores do sacerdócio evitem o orgulho injusto e que façam sua parte na preparação do mundo para a vinda de Jesus Cristo.

Presidente Monson

Presidente Thomas S. Monson “Cada um desses templos é uma bênção na vida de nossos membros e uma influência positiva para os que não são de nossa religião,” disse o Presidente Monson em seus comentários de abertura. Ele observou que “as ordenanças realizadas em nossos templos são vitais para a nossa salvação e para a salvação de nossos entes queridos falecidos”.
Ele anunciou os planos para a construção de cinco novos templos, em Hartford, Connecticut, Estados Unidos; Indianápolis, Indiana, Estados Unidos; Lisboa, Portugal; Tijuana, México e Urdaneta, Filipinas. Isso elevará o número de templos anunciados ou em construção para 23 e, assim que forem terminados, elevarão o total mundial da Igreja para 157.
O Presidente Monson também incentivou o serviço missionário, particulamente dos rapazes que têm a responsabilidade do sacerdócio de servir, mas também para as moças e casais maduros. “Repito o que os profetas há muito têm ensinado”, disse ele, “que todo rapaz digno e capaz deve preparar-se para servir uma missão. O serviço missionário é um dever do sacerdócio — uma obrigação que o Senhor espera de nós, que tanto recebemos Dele”.
Durante seus comentários para os portadores do sacerdócio o Presidente Monson falou sobre fazer escolhas justas. “Meus amados irmãos”, disse, “que tenhamos a alma repleta de gratidão pela regalia da escolha, que aceitemos a responsabilidade da escolha e estejamos sempre cientes dos resultados da escolha. Como portadores do sacerdócio, sendo unos de coração podemos tornar-nos dignos da influência orientadora de nosso Pai Celestial, se fizermos cuidadosa e corretamente nossas escolhas”.
Em um discurso na manhã de domingo, ele falou sobre a necessidade de sermos gratos. “Podemos elevar-nos e elevar nossos semelhantes, quando nos recusamos a ter pensamentos negativos e cultivamos a gratidão”.
Em seus comentários finais, ele disse: “Precisamos perseverar até o fim, porque nossa meta é a vida eterna na presença de nosso Pai Celestial. Ele nos ama, e tudo o que deseja é que tenhamos sucesso nessa meta. Ele vai ajudar-nos e abençoar-nos, se clamarmos a Ele em nossas orações, se estudarmos Suas palavras e se obedecermos a Seus mandamentos”.
Uma semana antes, ao falar na reunião geral da Sociedade de Socorro, a organização da Igreja para as mulheres, o Presidente Monson falou a favor da caridade. “Em vez de sermos críticos e de julgarmos uns aos outros, que possamos ter o puro amor de Cristo por nossos companheiros nesta jornada da vida”, disse ele.

Presidente Eyring

Presidente Henry B. Eyring O Presidente Eyring enfatizou a necessidade de servir com o Espírito. “Façamos tudo o que for exigido para sermos dignos da companhia do Espírito Santo e prossigamos sem medo, sabendo que teremos a capacidade de fazer tudo o que o Senhor nos chamar para fazer”.
Ele disse que devemos confiar em Deus e depois sairmos e fazermos o que Ele requer que façamos. “Se confiarem em Deus o suficiente para escutar a mensagem Dele em todo discurso, hino e oração desta conferência, vocês a ouvirão”, disse. “E, se depois fizerem o que Ele deseja que vocês façam, sua capacidade de confiar Nele aumentará e, com o tempo, vão-se sentir dominados pela alegria de descobrir que Ele passou a confiar em vocês”.

Presidente Uchtdorf

Presidente Dieter F. Uchtdorf O Presidente Uchtdorf emitiu um lembrete de que “a força não advém da atividade frenética, mas do estabelecimento de um firme alicerce de luz e verdade. Advém da concentração de nossa atenção e empenho nos fundamentos básicos do evangelho restaurado de Jesus Cristo. Advém da atenção dada às coisas divinas que mais importam”.
Ele também encorajou os portadores do sacerdócio a se lembrarem que “somos servos de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não recebemos o sacerdócio para conseguir reconhecimento e ser aclamados. Estamos aqui para arregaçar as mangas e trabalhar. Não fomos convocados para uma tarefa comum. Fomos chamados para preparar o mundo para a vinda de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”.
A Primeira Presidência e também o Quórum dos Doze Apóstolos que serve sob a direção dela, são apoiados por milhões de santos dos últimos dias no mundo inteiro como profetas, videntes e reveladores que recebem inspiração de Deus para dirigir os assuntos da Igreja Dele hoje em dia. As mensagens deles não são dirigidas apenas para os membros da Igreja mas para todos os filhos do Pai Celestial no mundo inteiro.

 

terça-feira, 5 de março de 2013

Dispostos e Dignos de Servir





Presidente Thomas S. Monson

São vistos milagres em toda parte quando o sacerdócio é compreendido, quando seu poder é honrado e devidamente utilizado, exercendo-se fé.

Meus amados irmãos, como é bom reunir-nos novamente com vocês. Sempre que assisto à reunião geral do sacerdócio, reflito nos ensinamentos de alguns dos mais nobres líderes de Deus que falaram nas reuniões gerais do sacerdócio da Igreja. Muitos já foram para sua recompensa eterna, mas com o brilhantismo de sua mente, a profundidade de sua alma e o calor de seu coração, eles nos deram orientação inspirada. Compartilharei hoje com vocês alguns dos ensinamentos deles a respeito do sacerdócio.
Do Profeta Joseph Smith: “O Sacerdócio é um princípio eterno e existiu com Deus desde a eternidade e existirá por toda a eternidade, sem princípio de dias ou fim de anos”.1
Com as palavras do Presidente Wilford Woodruff, aprendemos: “O santo sacerdócio é o canal por meio do qual Deus Se comunica e interage com o homem na Terra; e os mensageiros celestes que visitaram a Terra para comunicar-se com o homem são homens que possuíram e honraram o sacerdócio enquanto viveram na carne. E tudo o que Deus ordenou que se fizesse para a salvação do homem desde a vinda do homem à Terra até a redenção do mundo foi e será realizado pela virtude do sacerdócio eterno”.2
O Presidente Joseph F. Smith esclareceu ainda mais: “O sacerdócio é (…) o poder de Deus delegado ao homem pelo qual este pode agir na Terra para a salvação da família humana, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, com legitimidade; sem usurpar essa autoridade, nem tomá-la emprestada de gerações que se foram, mas a autoridade que foi concedida nestes dias em que vivemos pela ministração de anjos e de espíritos do alto, diretamente da presença do Deus Todo-Poderoso”.3
E por fim, do Presidente John Taylor: “O que é sacerdócio? (…) É o governo de Deus, seja na Terra ou no céu; pois todas as coisas na Terra e no céu são governadas por meio dele, de seu poder, decisão e princípios, e é por intermédio desse poder que tudo se sustém. Ele governa tudo, controla tudo, sustenta tudo e está presente em tudo o que tem relação com Deus e com a verdade”.4
Quão abençoados somos por estar aqui nestes últimos dias, quando o sacerdócio de Deus está na Terra. Quão privilegiados somos por ser portadores desse sacerdócio. O sacerdócio não é apenas um dom, mas um encargo de servir, um privilégio de elevar e uma oportunidade de abençoar a vida das pessoas.
Essas oportunidades vêm acompanhadas de responsabilidades e deveres. Amo e valorizo a nobre palavra dever e tudo o que ela implica.
Em vários cargos, em diversas situações, venho assistindo às reuniões do sacerdócio há 72 anos: desde que fui ordenado diácono, aos doze anos de idade. Sem dúvida o tempo passa. O dever acompanha o ritmo dessa marcha. O dever não se obscurece nem diminui. Conflitos catastróficos vêm e vão, mas a guerra travada pela alma dos homens prossegue sem se arrefecer. Como um toque de trombeta chega a palavra do Senhor para todos nós, portadores do sacerdócio do mundo inteiro: “Portanto agora todo homem aprenda seu dever e a agir no ofício para o qual for designado com toda diligência”.5
O chamado ao dever veio para os profetas Adão, Noé, Abraão, Moisés, Samuel e Davi. Veio para o Profeta Joseph Smith e para cada um dos seus sucessores. O chamado ao dever veio ao jovem Néfi quando foi instruído pelo Senhor, por intermédio de seu pai Leí, a voltar a Jerusalém com seus irmãos para obter de Labão as placas de latão. Os irmãos de Néfi reclamaram, dizendo que era uma coisa difícil aquilo que se pedia deles. Qual foi a resposta de Néfi? Ele disse: “Eu irei e cumprirei as ordens do Senhor, porque sei que o Senhor nunca dá ordens aos filhos dos homens sem antes preparar um caminho pelo qual suas ordens possam ser cumpridas”.6
Quando o mesmo chamado vier a nós, qual será nossa resposta? Será que vamos reclamar, como fizeram Lamã e Lemuel, dizendo: “É uma coisa difícil aquilo que nos foi pedido”?7 Ou será que, tal como Néfi, declararemos individualmente: “Eu irei. Eu cumprirei”? Será que estaremos dispostos a servir e a obedecer?
Às vezes, a sabedoria de Deus parece tolice ou simplesmente difícil demais, mas uma das maiores e mais valiosas lições que podemos aprender na mortalidade é que, quando Deus fala e o homem obedece, esse homem está sempre certo.
Quando penso na palavra dever e em como o cumprimento do dever pode enriquecer nossa vida e a de outras pessoas, relembro as palavras escritas por um renomado poeta e escritor:
Eu dormia e sonhava
Que a vida era alegria
Despertei e vi
Que a vida era serviço
Servi, e vi que
O serviço era alegria.8
Robert Louis Stevenson expressou isso de outra forma, dizendo: “Sei o que é a satisfação, porque fiz uma boa obra”.9
Ao cumprirmos nosso dever e exercermos nosso sacerdócio, sentiremos a verdadeira alegria. Vivenciaremos a satisfação de ter concluído nossas tarefas.
Aprendemos os deveres específicos do sacerdócio que temos, seja o Sacerdócio Aarônico ou o de Melquisedeque. Peço que pensem nesses deveres e depois façam tudo a seu alcance para cumpri-los. Para isso, cada um de vocês precisa ser digno. Tenhamos as mãos prontas, limpas e dispostas para poder participar da tarefa de oferecer o que o Pai Celestial deseja que outros recebam Dele. Se não formos dignos, é possível que percamos o poder do sacerdócio; e se o perdermos, teremos perdido a essência da exaltação. Sejamos dignos de servir.
O Presidente Harold B. Lee, um dos maiores professores da Igreja, disse: “Quando um homem se torna portador do sacerdócio, torna-se um agente do Senhor. Ele deve encarar seu chamado verdadeiramente como o serviço do Senhor”.10
Durante a Segunda Guerra Mundial, no início de 1944, aconteceu algo envolvendo o sacerdócio quando os fuzileiros navais dos Estados Unidos tomaram o Atol de Kwajalein, que faz parte das ilhas Marshall, no Oceano Pacífico, entre a Austrália e o Havaí. O que aconteceu foi relatado por um correspondente que não era membro da Igreja e trabalhava para um jornal do Havaí. Num artigo de jornal de 1944, ele contou o seguinte, explicando que ele e outros correspondentes estavam na segunda leva que seguia atrás dos fuzileiros navais, no Atol de Kwajalein. Ao avançarem, viram um jovem fuzileiro boiando com o rosto para baixo, sem dúvida, gravemente ferido. A água rasa ao seu redor estava vermelha de sangue. Então, viram outro fuzileiro se movendo na direção do camarada ferido. O segundo fuzileiro também estava ferido, com o braço esquerdo pendente sem forças ao seu lado. Ele ergueu a cabeça do que estava flutuando na água para impedir que se afogasse. Com pânico na voz gritou por socorro. Os correspondentes olharam novamente para o rapaz que ele segurava e gritaram: “Filho, não há nada que possamos fazer por esse rapaz”.
“Então”, escreveu o correspondente, “vi algo que jamais tinha visto antes”. Aquele rapaz, ele próprio muito ferido, arrastou-se até a praia levando o corpo aparentemente inerte de seu companheiro. Ele “colocou a cabeça do companheiro sobre os joelhos. (…) Que cena extraordinária — aqueles dois rapazes mortalmente feridos — ambos (…) puros e de excelente aparência, mesmo naquela situação agonizante. O rapaz abaixou a cabeça sobre o outro e disse: ‘Eu te ordeno, em nome de Jesus Cristo e pelo poder do sacerdócio, que permaneças vivo até que eu consiga socorro médico’”. O correspondente concluiu seu artigo, dizendo: “Nós três [os dois fuzileiros e eu], estamos aqui no hospital. Os médicos não sabem [como ele conseguiu sobreviver], mas eu sei”.11
São vistos milagres em toda parte quando o sacerdócio é compreendido, quando seu poder é honrado e devidamente utilizado, exercendo-se fé. Quando a fé substitui a dúvida, quando o serviço abnegado elimina o empenho egoísta, o poder de Deus leva a efeito Seus propósitos.
O chamado ao dever pode vir sem alarde, quando nós que portamos o sacerdócio atendermos às designações que recebermos. O Presidente George Albert Smith, aquele líder modesto porém muito eficaz, declarou: “É nosso dever, acima de tudo, saber o que o Senhor deseja e, então, pelo poder e pela força de Seu santo Sacerdócio, magnificar [de tal maneira] nosso chamado na presença de nossos companheiros (…) de modo que as pessoas tenham alegria em seguir-nos”.12
Recebi um desses chamados ao dever — bem menos dramático, mas que também ajudou a salvar uma alma — em 1950, quando eu havia recentemente sido chamado bispo. Tinha muitas responsabilidades nesse cargo e tentava fazer o melhor que podia para realizar tudo o que me era exigido. Os Estados Unidos travavam outra guerra na época. Como muitos de nossos membros serviam nas forças armadas, todos os bispos receberam da sede da Igreja a designação de providenciar uma assinatura do jornal Church News e da revista Improvement Era, a revista da Igreja na época, para todos os militares. Além disso, foi pedido a cada bispo que escrevesse mensalmente uma carta pessoal a cada militar de sua ala. Nossa ala tinha 23 homens nas forças armadas. Os quóruns do sacerdócio, com grande esforço, forneceram os fundos para as assinaturas das publicações. Assumi a tarefa, sim, o dever, de escrever 23 cartas pessoais a cada mês. Após todos esses anos, ainda tenho cópias de muitas das minhas cartas e das respostas que recebi. As lágrimas me afloram facilmente quando releio essas cartas. É uma alegria ver novamente a determinação de um soldado em viver o evangelho, a decisão de um marinheiro de manter a fé com sua família.
Certa noite, entreguei a uma irmã da ala o maço com as 23 cartas daquele mês. O encargo dela era enviar a correspondência e manter atualizada a lista de endereços que estava sempre mudando. Ela olhou para um dos envelopes e, com um sorriso, perguntou: “Bispo, você não fica desanimado? Aqui está outra carta para o irmão Bryson. É a décima sétima carta que você envia a ele, sem receber resposta”.
Respondi: “Bem, pode ser que ele responda este mês”. Acontece que aquele foi o mês em que ele, pela primeira vez, respondeu a minha carta. Sua resposta foi um tesouro para ser guardado. Ele servia numa praia distante e sentia-se isolado, solitário e com saudades de casa. Ele escreveu: “Querido bispo, não sou muito de escrever cartas”. (Eu poderia ter dito isso a ele vários meses antes.) A carta prosseguia: “Obrigado pelo Church News e pelas revistas, mas acima de tudo, obrigado por suas cartas pessoais. Fiz um grande progresso em minha vida. Fui ordenado sacerdote no Sacerdócio Aarônico. Sinto o coração cheio. Sou um homem feliz”.
O irmão Bryson não ficou mais feliz do que o bispo dele. Descobri a aplicação prática do ditado: “Faça o [seu] dever, é o melhor a fazer; deixe o restante com [o] Senhor”.13
Anos mais tarde, quando frequentava a estaca Salt Lake Cottonwood, na época em que James E. Faust servia como presidente, relatei o ocorrido para incentivar a atenção dada a nossos militares. Depois da reunião, um rapaz de boa aparência me procurou. Apertou-me a mão e perguntou: “Bispo Monson, lembra-se de mim?”
De repente, percebi quem era ele. “Irmão Bryson!” exclamei. “Como vai? O que está fazendo na Igreja?”
Com emoção e visível orgulho, ele respondeu: “Vou muito bem. Sirvo na presidência de meu quórum de élderes. Obrigado novamente por sua preocupação comigo e pelas cartas pessoais que me enviou e que ainda guardo com carinho”.
Irmãos, o mundo precisa de nossa ajuda. Será que estamos fazendo tudo o que devemos? Será que nos lembramos das palavras do Presidente John Taylor: “Caso não cumpram o seu chamado honrosamente, Deus os considera responsáveis pelas pessoas a quem poderiam ter salvado se houvessem feito a sua obrigação”?14 Há pés que precisam ser firmados, mãos para segurar, mentes para incentivar, corações para inspirar e almas para salvar. As bênçãos da eternidade nos aguardam. Temos o privilégio de não ser apenas espectadores, mas participantes no palco do serviço no sacerdócio. Atendamos ao lembrete encontrado na Epístola de Tiago: “Sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos”.15
Aprendamos nosso dever e pensemos nele. Estejamos dispostos e dignos para servir. No cumprimento de nosso dever, sigamos os passos do Mestre. À medida que trilharmos o caminho que Jesus seguiu, descobriremos que Ele foi mais do que o infante de Belém, mais do que o filho do carpinteiro, mais do que o maior mestre que já viveu. Viremos a conhecê-Lo como o Filho de Deus, nosso Salvador e nosso Redentor. Quando a Ele veio o chamado ao dever, respondeu: “Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre”.16 Que cada um de nós faça o mesmo, é minha oração, em Seu santo nome, o nome de Jesus Cristo, o Senhor. Amém.